- O CEISE Br
- - Objetivos
- - História
- - Diretoria
- - Galeria de Ex-Presidentes
- - Profissionais
- - Palavra do Presidente
- - Comunicação
- - Galeria de Fotos
- - Agenda de Eventos
- Serviços
- - Serviços aos Associados
- - Convênios e Parcerias do CEISE Br
- - Núcleo de Inteligência Competitiva
- - UNICEISE
- - CEISE Br Qualifica
- - GComEx
- - DEMP
- - Comitês Técnicos
- - Comitês Setoriais
- - Talentos Humanos
- Associadas
- Editoriais
- - Clipping de Notícias
- - Notícias do CEISE Br
- - Clippings do Setor
- - Artigos
- - Empresas Associadas
- - Comitês Técnicos e Setoriais
- WebTV
- Eventos
- Fale Conosco
20/04/2011 - 14:16h
voltarInforme Econômico – Os Serviços
Quanto mais uma sociedade se desenvolve, mais caros vão ficando os serviços. Estes se situam – no amplo quadro da economia – no setor terciário. Para relembrarmos, o setor primário é o composto pelas atividades das indústrias extrativas e do quadro agropecuário todo. O setor secundário é o que abrange as indústrias em geral, sobretudo as de base, as de transformação, a da construção civil e as dinâmicas. Que são as que incorporam inovações mais constantemente. No setor terciário situa-se, junto com outros subsetores, o diversificado subsetor de serviços.
O que se constata é o seguinte: quanto menos desigual uma sociedade for, maior será o preço pago por serviços básicos em casa, na residência. A taxa de natalidade na Europa, por exemplo, esteve em queda – e parece que ainda vai continuar por muito tempo – devido à dificuldade das mulheres de cuidarem de suas crianças e manterem os empregos, ao mesmo tempo. O emprego, então, teve prioridade. A consequência foi a queda acentuada na natalidade por mil habitantes.
Mas não estamos falando apenas dos serviços de casa. Falamos – porque também acontece – dos serviços em geral.
Serviço é palavra que vem de servus, do latim. E servo sempre custou caro. No tempo em que o país tinha escravos – portanto, antes da lei Áurea – rico não era o fazendeiro que tinha terras. Estas custavam até muito barato. Rico era quem tinha escravos. Quanto mais escravos tivesse, mais patrimônio ele mostrava. Hoje, somente quem se situa acima de determinada faixa de renda, pode ter servos em casa, ainda que o nome seja outro. Nas empresas, o que está ocorrendo hoje, com o aumento acentuado dos custos relativos dos serviços, teve sua origem ontem, quando iniciou-se a distribuição de renda de maneira mais nítida.
Artigo do professor e diretor do Instituto de Economia da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (ACIRP), Antonio Vicente Golfeto












