- O CEISE Br
- - Objetivos
- - História
- - Diretoria
- - Galeria de Ex-Presidentes
- - Profissionais
- - Palavra do Presidente
- - Comunicação
- - Galeria de Fotos
- - Agenda de Eventos
- Serviços
- - Serviços aos Associados
- - Convênios e Parcerias do CEISE Br
- - Núcleo de Inteligência Competitiva
- - UNICEISE
- - CEISE Br Qualifica
- - GComEx
- - DEMP
- - Comitês Técnicos
- - Comitês Setoriais
- - Talentos Humanos
- Associadas
- Editoriais
- - Clipping de Notícias
- - Notícias do CEISE Br
- - Clippings do Setor
- - Artigos
- - Empresas Associadas
- - Comitês Técnicos e Setoriais
- WebTV
- Eventos
- Fale Conosco
01/02/2012 - 12:20h
voltarO setor sucroenergético na visão das mulheres
Segundo a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), o setor sucroenergético movimenta um mercado próximo a 30 bilhões de dólares por ano. São 436 unidades produtoras espalhadas de Norte a Sul do País, e 72 mil produtores de cana. A cadeia da agroindústria canavieira gera aproximadamente 4,5 milhões de empregos diretos e indiretos. O Relatório de Sustentabilidade da Unica aponta que uma usina padrão tem, em média, 403 cargos, que vai desde trabalhos manuais até funções altamente qualificadas.
As mulheres ocupam uma pequena extensão nesse universo canavieiro, mas o quadro está mudando. Há 10 anos, a presença feminina na agroindústria canavieira se dava principalmente nas áreas de assistência social, laboratórios ou na agrícola, com as cortadoras de cana.
Porém, os canaviais estão cada vez mais mecanizados, a indústria automatizada e as práticas de produção mais sustentáveis. Essa evolução está abrindo às portas das usinas para as mulheres. Elas trocaram o podão pelo joystick das colhedoras de cana, pilotam rodotrens, dão o start na indústria, cuidam das finanças da empresa, analisam o mercado, desenvolvem pesquisas e coordenam a gestão da usina.
A necessidade do setor por mão de obra especializada é um motivo a mais para a contratação de mulheres, pois elas estão se qualificando mais que os homens. Segundo estudo realizado pela International Business Center da Grant Thornton Brasil, mais de 55% das brasileiras possuem qualificação. De acordo com dados do IBGE, em 2011, entre a População Economicamente Ativa (PEA) a presença feminina com nível superior ultrapassou a masculina e atingiu 53,6%.
Para discutir a participação das mulheres na agroindústria canavieira, a Paiva & Baldin Editora, promove o evento Cana, substantivo feminino – o setor sucroenergético na visão das mulheres.
Participarão como debatedoras mulheres que se destacam no setor em várias áreas de atuação, como a agrícola, indústria, mercado, finanças, sustentabilidade, pesquisas e representação de classe. Segundo a jornalista Luciana Paiva, diretora da Paiva & Baldin Editora, o evento Cana, substantivo feminino além de homenagear as mulheres que contribuem para a evolução do setor, será um evento técnico, um dia de debates entre mulheres profissionais que analisarão as diversas áreas do universo sucroenergético, levantando soluções para a sua sustentabilidade.
A jornalista complementa que o objetivo é mostrar que o setor só tem a ganhar com a maior integração entre homens e mulheres, pois, as diferenças levam ao equilíbrio. “Os homens serão muito bem-vindos ao encontro. As mesas de debates serão formadas apenas por mulheres, mas haverá troca de ideias com o público, que incluirá os homens.”
Cana, substantivo feminino:
Data: 22 de março, de 2012 Horário: 8h30 às 20h30
Local: Centro de Convenções de Ribeirão Preto
Público-alvo: executivas e executivos do setor sucroenergético e de setores afins.
Entrada: gratuita com distribuições de convite e confirmação antecipada.
Mais informações e inscrições: lurp10@hotmail.com ou (16) 36274502
Fonte: IdeaNews












